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domingo, 6 de março de 2011

Tablets nas escolas: como eles podem mudar o ensino Escolas e universidades brasileiras começam a adotar tablets em salas de aula. Será o fim dos livros e dos cadernos?


Tablets nas escolas: como eles podem mudar o ensino

Escolas e universidades brasileiras começam a adotar tablets em salas de aula. Será o fim dos livros e dos cadernos?





O professor entra na sala de aula, cumprimenta os alunos e projeta via Datashow um conteúdo extraído da internet. Nas carteiras, os alunos não têm livros, cadernos ou canetas: apenas um tablet, no qual acessam a informação em tempo real, fazem anotações e marcam o capítulo do livro para leitura na aula seguinte.
Cenas como essa podem parecer um privilégio de países de primeiro mundo. Entretanto, ela já está se tornando realidade em escolas e universidades brasileiras. Pouco mais de um ano depois do lançamento dos tablets, começa a crescer o número de instituições de ensino que apostam na ferramenta tecnológica como diferencial educativo.
A Faculdade Interativa COC, por exemplo, gasta cerca de R$ 1,5 milhão por trimestre com o envio de apostilas para seus 26,5 mil alunos em todo o país. Neste ano, optou por uma alternativa diferente: encomendou 20 mil tablets chineses, batizados de “Tablet COC”. O investimento foi de R$ 15 milhões e a implantação será feita aos poucos, com os alunos iniciantes.



A expectativa é eliminar a longo prazo os custos de logística e impressão de cerca de 37 mil livros por semestre. Projeto similar está sendo implantado na universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. O tablet será distribuído aos alunos do curso de Direito e, além do material didático para o ano letivo, contará com uma biblioteca virtual com cerca de 1,6 mil obras.


Exemplos como os das instituições acima ainda são minoria no Brasil. Contudo, mostram uma tendência que conta com o apoio também dos estudantes. Muitos deles, em especial universitários, já lançam mão dos seus próprios tablets para acompanhar as aulas, ainda que não haja integração com o conteúdo disponibilizado pelos professores.
Nos Estados Unidos, uma escola do Tennessee decidiu substituir por completo o material didático dos seus alunos. Para isso, incluiu apenas um item obrigatório na lista de material escolar: um iPad. A justificativa é que, além de facilitar a interação nas aulas, os tablets pesam muito menos do que uma mochila cheia de materiais.
Além do aspecto ecológico que o tablet traz consigo, uma vez que livros digitais diminuem o consumo de papel, alguns especialistas apontam que antigos projetos como “notebook de cem dólares” podem se transformar em tablets acessíveis para alunos de baixa renda.


Investimento de futuro?




No Brasil os preços dos tablets ainda são proibitivos: por menos de R$ 1,5 mil você não consegue levar um produto desses para casa. Além disso, a maioria das escolas não está preparada para oferecer conteúdo digital de qualidade ou ao menos do mesmo nível da versão impressa a que estamos habituados.
Contudo, essa situação pode mudar. O Governo Federal estuda isentar os tablets de impostos, algo que diminuiria em pelo menos 30% o valor final do produto. Somado a isso, a expectativa é que haja um aumento na venda de produtos e, com a fabricação no Brasil, que o preço possa cair ainda mais.
Apesar dos investimentos em tecnologia serem fundamentais, há outra questão que também precisa de atenção. Muitos professores, por exemplo, têm menos preparo que os alunos para lidar com novas tecnologias. Por não estarem tão habituados com as possibilidades das novas ferramentas, muitas vezes deixam de explorá-las, por falta de conhecimento.
Resta saber quanto tempo a novidade vai demorar para atingir uma parcela maior da população. Afinal, é natural que nas escolas particulares e, mesmo entre alguns universitários, o acesso às inovações tecnológicas seja facilitado. Contudo, somente quando usuários com menos condições financeiras tiverem acesso aos tablets é que poderemos afirmar que, de fato, uma nova revolução começou.

sábado, 5 de março de 2011

Microsoft só deve combater iPad e tablets com Android em 2012


Microsoft só deve combater iPad e tablets com Android em 2012


A Microsoft não lançará um concorrente aos sistemas para tablets da Apple e Google até 2012


Segundo a BusinessWeek, a Microsoft "não lançará um concorrente aos sistemas operacionais para tablets da Apple Inc. e Google Inc. até a temporada de volta às aulas de 2012". Isto é no final de 2012. Daqui a 18 meses. E ela pode estar certa.
Se for verdade, a Microsoft só vai lançar um produto para tablets depois de um terceiro (ou talvez até quarto) iPad ter sido lançado. E depois do Android 4.0 ou 4.5 ou 5.0, sei lá. Isso é dois anos e meio depois do lançamento do iPad original, que redefiniu o tipo de computação que o fundador da Microsoft sonhou ser o futuro da computação.


Ciência e tecnologia


Ciência e tecnologia

A ciência e a tecnologia sempre estiveram muito próximas uma da outra. Geralmente, a ciência é o estudo da natureza rigorosamente de acordo com o método científico. A tecnologia, por sua vez, é a aplicação de tal conhecimento científico para conseguir um resultado prático. Como exemplo, a ciência pôde estudar o fluxo dos elétrons em uma corrente elétrica. Este conhecimento foi e continua sendo usado para a fabricação de produtos eletrônicos, tais como semicondutores, computadores e outros produtos de alta tecnologia.
Esta relação próxima entre ciência e tecnologia contribui decisivamente para a crescente especialização dos ramos científicos. Por exemplo, a física se dividiu em diversos outros ramos menores como a acústica e a mecânica, e estes ramos por sua vez sofreram sucessivas divisões. O resultado é o surgimento de ramos científicos bem específicos e especialmente destinados ao aperfeiçoamento da tecnologia, de acordo com este quesito podemos citar a aerodinâmica, a geotecnia, a hidrodinâmica, a petrologia e a terramecânica.

Em preve

Em breve dowloads.






Volkswagen apresenta micro-ônibus conceitual com iPad integrado

Tablet da Apple é responsável por controlar todo o sistema de entretenimento do veículo.


A Volkwagen apresentou nesta terça-feira (primeiro de março), durante o Salão o Automóvel de Genebra 2011, um novo conceito de micro-ônibus. O veículo, que possui um visual inspirado nas décadas de 1950 e 1960, é a primeira produção da companhia a vir equipada com um iPad que se integra ao painel.
Batizado como Bulli, o micro-ônibus usa o tablet da Apple como base para controlar todo o seu sistema de entretenimento. Uma base móvel permite que tanto o motorista quanto o passageiro tenham acesso rápido às funções disponíveis, que incluem a reprodução de músicas e vídeos, navegação por GPS e climatização interna.
Apesar do visual antiquado, as características internas da novidade são compatíveis com alguns dos veículos mais modernos disponíveis no mercado. O Bulli usa um motor elétrico de 85 kW , com bateria de íon-lítio de 40 kWh com autonomia de até 300 quilômetros por recarga.  O tempo necessário para ir de 0 a 100 km/h é de somente 11,5 segundos, marca interessante para um veículo da categoria.
Embora se trate somente de um conceito e deva sofrer várias alterações antes de chegar ao mercado, o micro-ônibus é indicação de que a Volswagen pode tornar o iPad um item padrão em seus modelos de luxo. Com a vantagem de que o tablet da Apple pode ser retirado facilmente de sua base, o que permite usá-lo normalmente em qualquer ambiente.


Conheça o esporte mais radical do mundo

Combinando esquis e jetpacks, o dublê Troy Hartman desenvolveu um novo tipo de esporte radical para climas frios.



O dublê Troy Hartman acaba de desenvolver um novo método de esquiar que dispensa qualquer tipo de ajuda da gravidade. Com o auxílio de um jetpack, ele desenvolveu um novo esporte radical que elimina a necessidade de uma montanha e teleféricos, além de oferecer velocidades ainda maiores do que aquelas alcançadas normalmente.
A novidade é baseada no uso de um jetpack militar modificado, que possui dimensões compactas e é capaz de fornecer o impulso necessário para que o usuário se movimente, com velocidade máxima de 47 milhas por hora. O controle da velocidade é feito usando somente uma mão, deixando a outra livre para cuidar do equilíbrio – ou para realizar filmagens, como bem demonstram os vídeos gravados pelo dublê.
Hartman tem planos de melhorar sua invenção, incorporando algum tipo de dispositivo que permita a realização de manobras aéreas intercaladas com sua movimentação pelo solo. Os vídeos publicados até o momento fizeram tanto sucesso que o dublê já recebeu vários pedidos de gente interessada em testar a invenção.
Antes de se empolgar e encomendar o seu, vale lembrar que dominar o uso do aparelho não é exatamente uma tarefa fácil. A não ser que, assim como o dublê, você esteja acostumado a fazer cenas com explosões de helicópteros ou pular de carros em movimento, vai demorar um pouco até desenvolver a mesma habilidade apresentada pelo criador deste novo esporte radical.

quinta-feira, 3 de março de 2011

GT 5: conheça o clone chinês do iPhone 4

Versão pirata do smartphone da Apple possui visual externo capaz de enganar qualquer um à primeira vista.



Versões clonadas de smartphones famosos não são nenhuma novidade. Uma simples busca pelo termo “iPhone 4” em qualquer site de leilão revela uma grande diversidade de aparelhos que tentam emular o visual do famoso aparelho da Apple.
O GT 5 poderia se tratar de somente mais uma tentativa falha de imitar o aparelho, não fosse a grande semelhança que possui com a versão original. A começar pela caixa do smartphone, todos os componentes emulam de forma praticamente perfeita a versão 4 do iPhone – incluindo o símbolo característico da empresa de Cupertino.
Porém, não é preciso ir muito longe para descobrir que se trata de uma simples cópia, evidenciada pelo adesivo com o nome GT5 colado próximo à tela do aparelho. Além disso, o sistema operacional não é bem sucedido em tentar reproduzir as funções presentes no iPhone 4, mostrando interfaces diferentes das oficias e uma série de limitações que não estão presentes no smartphone da Apple.
Apesar da dificuldade de confundir o GT5 com um aparelho oficial (principalmente devido ao preço bastante reduzido), vale a pena ficar atento para não ser enganado por um vendedor mal-intencionado. No final das contas, o dispositivo serve para mostrar que o mercado da pirataria dispõe de muita criatividade quando o assunto é criar cópias de produtos famosos.